quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Aves Ribeirinhas do Sapal de Corroios

Aves Ribeirinhas do Sapal de Corroios

No ambiente estuarino do Sapal de Corroios podemos encontrar mais de duas dezenas de espécies de aves aquáticas, onde se incluem flamingos, garças-reais, garças-brancas, corvos-marinhos, alfaiates, pernilongos, pernas-vermelhas, maçaricos, pilritos, tarambolas, rolas-do-mar, galinhas-de-água, patos-reais, mergulhões, gaivotas, guinchos, andorinhas-do-mar e borrelhos.Muitas destas aves são migradoras, maioritariamente invernantes, embora algumas estivais.Durante os meses de inverno procuram abrigo e alimento no Sapal de Corroios largos milhares de aves, constituindo o mesmo, um verdadeiro santuário ornitológico. Entre as aves que nidificam localmente citam-se o pato-real, a galinha-de-água, o pernilongo e o rouxinol-dos- caniços.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

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Desde o tempo mais remoto, a zona ribeirinha de Corroios, incluindo esteiro, sapal e caniçal apresenta condições especiais para permanência de aves adaptadas ao meio aquático.
Normalmente, esta zona ribeirinha, é frequentada por mais aves no Inverno do que no verão. Na estação fria podem permanecer nesta área 5 a 10 mil aves, em quanto na estação quente o seu numero pouco ultrapassa o milhar.
No Inverno muitas aves migratórias vem do norte da Europa fugindo ao frio rigoroso, procurando o sapal de Corroios, pela sua temperatura amenas e abundância de alimentos.
Então neste caso, espacialmente límicolas, ordem charadriifrones, que com os seus bicos compridos, e na maré vazia, procuram entre as lamas e os limos o seu alimento.
Dentro destas aves, salientam-se as seguintes: alfaiate, maçarico-de-bico-direito, maçarico-real, perna-vermelha-comum, tarambola-cinzenta, pilrito-comum, borrelho-de-coleira-interrompida.
A primeira destas límicolas referidas, o alfaiate,é o símbolo da reserva natural do Tejo e mantem durante o Inverno, nesta vasta região terminal do rio, onde se inclui do sapal de Corroios, cerca de 60% da população muindial desta espécie. Sendo aves relativamente sociáveis, chegam a frequentar a própria caldeira do muinho de maré. As outras límicolas referidas só se encontram normalmente no interior do sapal, no meio dos mouchões a caminho da ponta do mato.
Da mesmas ordem das límicolas são igualmente as gaivotas, aves palmídes, muitas das quais residentes todo o ano por estas paragens. De grande abundância e expansão, migram diariamente em busca de comida ate ao aterro sanitário da quinta de Valadares, por trás de vale de milhaços 294

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Acabei de criar o meu e-Portefolio.