quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

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Desde o tempo mais remoto, a zona ribeirinha de Corroios, incluindo esteiro, sapal e caniçal apresenta condições especiais para permanência de aves adaptadas ao meio aquático.
Normalmente, esta zona ribeirinha, é frequentada por mais aves no Inverno do que no verão. Na estação fria podem permanecer nesta área 5 a 10 mil aves, em quanto na estação quente o seu numero pouco ultrapassa o milhar.
No Inverno muitas aves migratórias vem do norte da Europa fugindo ao frio rigoroso, procurando o sapal de Corroios, pela sua temperatura amenas e abundância de alimentos.
Então neste caso, espacialmente límicolas, ordem charadriifrones, que com os seus bicos compridos, e na maré vazia, procuram entre as lamas e os limos o seu alimento.
Dentro destas aves, salientam-se as seguintes: alfaiate, maçarico-de-bico-direito, maçarico-real, perna-vermelha-comum, tarambola-cinzenta, pilrito-comum, borrelho-de-coleira-interrompida.
A primeira destas límicolas referidas, o alfaiate,é o símbolo da reserva natural do Tejo e mantem durante o Inverno, nesta vasta região terminal do rio, onde se inclui do sapal de Corroios, cerca de 60% da população muindial desta espécie. Sendo aves relativamente sociáveis, chegam a frequentar a própria caldeira do muinho de maré. As outras límicolas referidas só se encontram normalmente no interior do sapal, no meio dos mouchões a caminho da ponta do mato.
Da mesmas ordem das límicolas são igualmente as gaivotas, aves palmídes, muitas das quais residentes todo o ano por estas paragens. De grande abundância e expansão, migram diariamente em busca de comida ate ao aterro sanitário da quinta de Valadares, por trás de vale de milhaços 294

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